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A Plataforma da Metafísica Divina-30

 


A

PLATAFORMA DA METAFÍSICA

DIVINA

Dárcio


O homem imortal era e é a imagem ou ideia de Deus, ou seja, a expressão infinita da Mente infinita, e o homem imortal é coexistente e coeterno com essa Mente. Sempre esteve na Mente eterna, Deus; a Mente infinita, porém, jamais pode estar no homem, mas é refletida pelo homem. A consciência e a individualidade do homem espiritual são reflexos de Deus. São as emanações dAquele que é Vida, Verdade e Amor. O homem imortal não é e nunca foi material, mas sempre espiritual e eterno.

Mary Baker Eddy


- 30 -


As palavras “coexistente” e “coeterno”, empregadas por Mary Baker Eddy, são no sentido de Causa e Efeito em Deus mesmo, e não no sentido de dualidade, como se Deus existisse e o homem coexistisse com Deus. A Ciência Cristã entende o “sol e o raio” como coexistentes, e explica o Sol sendo a Mente e o raio sendo o homem. Ela quer dizer que o Sol emana o raio e, portanto, a Mente está no Sol e não no raio emanado. Mesmo assim, esse tipo de colocação gera a crença em dualidade, e, no meu entender, somente foi empregada pela Sra. Eddy por ela achar ser o que podia revelar em sua época. Duvido que ela não tivesse percebido este erro! Mas, importa sabermos que não existe sentido absoluto nas expressões “coexistente” e “coeterno”, porquanto tudo é UM e este tudo é Deus. Jesus disse: “Quem me vê a mim, vê o Pai”, “Eu e o Pai somos um, mas o Pai é maior do que eu”. Nunca revelou ser “coexistente” e “coeterno” com o Pai. Esta colocação da Sra. Eddy foi corrigida por aqueles que vieram depois dela, e que mantiveram a visão absoluta das revelações, ou seja, “Sol e raio são um”, e, quem vê o “raio”, vê o “Sol”.

É preciso entender corretamente que não há dualidade nestes dizeres da Ciência Cristã, e que a “unidade perfeita”, que somos e formamos eternamente, não contém “parte nenhuma” destituída da Mente infinita. Portanto, não é verdadeira a frase acima, quando afirma que “a Mente infinita jamais pode estar no homem, mas é refletida pelo homem”. Aqui, fala-se do homem espiritual, e fala-se da Mente infinita! Se, como a Sra. Eddy diz, a Mente infinita não pode estar no homem, então, não seria Mente infinita, mas sim finita! Teria um fim onde o homem tivesse seu “começo” nesta suposta coexistência. Sejam quais forem os motivos que a levaram a fazer esse tipo de colocação, o fato é que não retrata o fato espiritual absoluto e verdadeiro, e, sempre que algo desse tipo for encontrado, na literatura da Ciência Cristã, precisa  ser  muito bem reavaliado.
 
A própria Bíblia, nas palavras de Paulo, revela que “temos a mente de Cristo”. Esta é a Mente infinita no homem, e não “refletida pelo homem”. E, obviamente, este homem jamais é o suposto “homem natural” da aparência, que é mero componente da “ilusão de massa”; este homem é o Ser espiritual que somos, aparentemente renascido da “ilusão de matéria”, “o Cristo em todos”, citado por Paulo em Colossenses 3: 11. Este Cristo, de fato, é a “expressão infinita” da Mente infinita, e existe como o 
Eu Sou único, individualizado como o Ser que EU SOU, como o Ser que VOCÊ É, como o Ser que TODOS SÃO, quando  discernidos  pelo Sentido espiritual. “O homem imortal não é e nunca foi material, mas sempre espiritual e eterno” – esta, sim, é a revelação absoluta a respeito de todos nós!

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Escrito por Dárcio às 13h49
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A Plataforma da Metafísica Divina-29

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A

PLATAFORMA DA METAFÍSICA

DIVINA

Dárcio


O Ego é imorredouro e ilimitado, pois limites implicariam e importam ignorância. A Mente é o Eu Sou, ou a infinidade. A Mente nunca entra no finito. A inteligência nunca passa para a não-inteligência, ou a matéria. O bem nunca entra no mal, o ilimitado não entra no limitado, o eterno não entra no temporal, nem o imortal entra na mortalidade. O Ego divino, ou a individualidade, é refletido em toda individualidade espiritual, desde o infinitésimo ao infinito.

Mary Eddy Baker


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O que está sendo revelado, uma vez mais,  é a existência única de Deus e, portanto, de Sua Onipresença,  Onipotência, Onisciência e Oniatividade como Espírito, com exclusão total da matéria. A suposta “vida na matéria” é pura ilusão, e, para a “mente ilusória”, que nela crê,  existem "impossibilidades" e existem "milagres". Quando a Verdade é reconhecida, no entender desta mente falsa,  buscamos Deus na esperança da ocorrência de alguma solução milagrosa de problemas, ou que Deus realize algo considerado “impossível”.  Jesus disse: “Para Deus, todas as coisas são possíveis”. Assim falava devido ao “coração endurecido” daqueles que não podiam aceitar que a “perfeição absoluta” está sempre presente! Falava àqueles que acreditavam somente nas aparências, e no caso em que  elas lhes parecessem más ou negativas, contavam com um Deus, fora deles próprios, para lhes proporcionar alívio. Esta crença mesmérica de que a “perfeição absoluta” não se encontra constantemente presente, é o que as palavras de Mary Baker Eddy procuram desmantelar.

“O Ego [Deus individualizado] é imorredouro e ilimitado, pois limites implicariam e importam ignorância”. Em outras palavras, todas as “impossibilidades” ou todos os “milagres” que a suposta mente humana possa de alguma maneira conceber, já são verdades manifestadas! “As obras de Deus são permanentes”. A “oração científica”, além de ser a “prática da Presença de Deus”,  como vimos anteriormente, encerra total rendição da “mente ilusória” diante da Inteligência infinita, que é Tudo, e que Se manifesta como Tudo em absoluta perfeição. Reconhecer a Presença única de Deus significa reconhecer o Reino da Perfeição suprema “já chegado”, ou seja, já manifestado, aqui e agora.

“A inteligência nunca passa para a não-inteligência, ou a matéria. O bem nunca entra no mal, o ilimitado não entra no limitado, o eterno não entra no temporal, nem o imortal entra na mortalidade”. A Inteligência é a Onisciência divina, presente em toda a realidade, e, em vista disso, inclui o Ser que somos. A revelação de que “temos a Mente de Cristo” é exatamente isto: a percepção individual de nossa existência inteligente não na matéria, que é a percepção de que nossa Alma é infinita, é o Bem na forma individual, que jamais entra no mal, é o Ilimitado que jamais entra no limitado, é o Eterno que jamais entra no temporal, é o Imortal que jamais entra na mortalidade. Esta identificação das realidades com o Ser individual que somos, é o “renascimento”, o reconhecimento consciente de que jamais o nosso Ser esteve na ilusória existência terrena!

“O Ego divino, ou a individualidade, é refletido em toda individualidade espiritual, desde o infinitésimo ao infinito”. Toda revelação, todo estudo, só cumpre seu objetivo quando cada um de nós se enquadra integralmente à Verdade, e, este enquadramento basicamente está na aceitação incondicional da totalidade de Deus e na aceitação de que a Mente divina, única e verdadeira, é a Mente individual do nosso Ser. Tudo que é válido para Deus, é válido para todos nós; unicamente o que é válido para Deus, é válido para todos nós: esta é a Verdade sobre o Ser que somos.

 

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Escrito por Dárcio às 12h52
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A Plataforma da Metafísica Divina-28

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PLATAFORMA DA METAFÍSICA

DIVINA

Dárcio



A Mente é Princípio divino, Amor, e não pode produzir nada dessemelhante do eterno Pai-Mãe, Deus; A realidade é espiritual, harmoniosa, imutável, imortal, divina, eterna. Nada que não seja espiritual pode ser real, harmonioso ou eterno. O pecado, a doença e a mortalidade são os supostos antípodas do Espírito, e forçosamente são contradições da realidade.
Mary Baker Eddy


- 28 -


 Todos os supostos “antípodas do Espírito”, aqui definidos como “contradições da realidade”, são, de fato, termos que traduzem “inexistências”. A Mente é Deus, o Amor onipresente, e, ao lado da Mente infinita em expressão, nada mais tem realidade. A "oração científica" nada pede a Deus, uma vez que, o que é verdadeiramente requerido, é o conhecimento de que o “suposto pedinte” é a principal “contradição da realidade”. Por quê? Porque a Mente é única! Não existe Mente, que é Princípio divino, Amor, e “outra mente”, cega para as qualidades permanentes da realidade divina, carente de alguma coisa! Portanto, “orar” é cada um descartar a “ilusão” de estar sendo “outra mente”, de estar acreditando naquilo que a suposta “outra mente” diz enxergar, para unicamente discernir, em SI MESMO, a Mente única, ativa e perfeita, ou seja, a “Mente de Cristo”. Que discerne a Mente de Cristo? A realidade: "espiritual, harmoniosa, imutável, imortal, divina, eterna". É por esse motivo que a Sra. Eddy diz que “a oração é a prática da Presença de Deus”. Toda a Existência tem a natureza de Deus, e “não pode produzir nada dessemelhante do eterno Pai-Mãe, Deus”.
 
Uma “ilusão de massa”, e mais nada, aparenta encobrir a realidade imutável e perfeita. A oração, portanto, é meramente uma constatação desta realidade, ou seja, a prática da Presença de Deus como Onipresença, sem, com isso, “lutar” para convencer uma “suposta outra mente” desta Verdade; trata-se, de fato, de um reconhecimento radical e absoluto de que somente a Mente que discerne a realidade é real, única e, portanto, comum a todos os Seres.
 
A dualidade “Mente de Deus” e “mente humana” é o que Jesus definiu como “a casa dividida contra si mesma, e que não subsiste”. Traduzindo, não podemos viver em flutuações, de um lado acreditando em Deus e aceitando-O como nossa Mente única e, de outro, testemunhando ou endossando os “pares de opostos” (o bem e o mal) aceitos pela “ilusão de massa”. Se “o pecado, a doença e a mortalidade são os supostos antípodas do Espírito, e forçosamente são contradições da realidade”, cabe a VOCÊ permanecer no que é Espírito, sem fazer concessões aos “antípodas”;  esta sua permanência é a “prática da Presença de Deus, ou a “oração científica”.
 
No capítulo “A Oração”, de Ciência e Saúde, encontramos: “A oração não deve ser utilizada como um confessionário para cancelar o pecado. Tal erro seria um empecilho para a verdadeira religião. O pecado só é perdoado quando destruído por Cristo – a Verdade e a Vida. Se a oração nutre a crença de que o pecado é cancelado e de que o homem se torna melhor só porque ora, então a oração é um mal. Aquele que continua pecando, porque se imagina perdoado, torna-se pior” (C&S-p.5)

As religiões ortodoxas, em vez de ensinarem a todos que “temos a mente de Cristo” (I Cor. 2-16), insistiram e ainda insistem em reconhecer que a “mente carnal” é a mente de seus seguidores, o que gera o costume de chamá-los todos de “pecadores”. Por isso a Verdade absoluta nega realidade aos chamados “antípodas do Espírito”: pecado, doença e morte. Quando cada Ser renuncia à “crença em humanidade”, para se identificar com a Presença de Deus em SI MESMO, o chamado pecado é destruído “por Cristo”, ou seja, não teremos um “ser humano perdoado”, tão ilusório quanto um “não perdoado”, mas teremos unicamente Deus sendo o Cristo, ou sendo a Verdade sobre cada Ser individual. Esta é a “prática da Presença de Deus”, a “oração científica”, a admissão absoluta da Verdade absoluta: Deus é Tudo!


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Escrito por Dárcio às 13h14
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A Plataforma da Metafísica Divina-27

 

 

A

PLATAFORMA DA METAFÍSICA

DIVINA

Dárcio


Como a Alma e o Espírito são um, Deus e a Alma são um, e esse um nunca está contido numa mente limitada ou num corpo limitado. O Espírito é eterno, divino. Nada, a não ser o Espírito, a Alma, pode originar a Vida, pois o Espírito supera tudo o mais. Por ser imortal, a Alma não existe na mortalidade. A Alma tem de ser incorpórea para ser Espírito, pois o Espírito não é finito. Só depois de perder o falso conceito de Alma é que podemos sentir o eterno desabrochar da Vida como imortalidade trazida à luz.
Mary Baker Eddy

 

- 27 -


As revelações esgotam ao máximo a capacidade das palavras, quanto a nos afirmar que TUDO É ESPÍRITO e que “o Espírito é eterno, divino”. “Não sabeis vós que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?” (I Cor. 3, 16). Assim diz a Sra. Eddy: “Só depois de perder o falso conceito de Alma é que podemos sentir o eterno desabrochar da Vida como imortalidade trazida à luz”. Este “falso conceito de Alma”, que vários ensinamentos ainda hoje endossam, como se houvesse “espírito” sem ser o Espírito de Deus, somente é reconhecido como falso por meio de revelação direta! Por revelação no sentido de “experiência direta ou consciente em Deus”, e não por palavras ou por intelecto. A Alma em todos é incorpórea, infinita quanto Deus, por estar em unidade com Deus, um Deus que,  como já vimos anteriormente, é “infinito, invisível, indivisível”, muito embora Se expresse como infinitas expressões específicas de Si mesmo e em  Si mesmo.
 
Partir da irrealidade da matéria é o que contribui para perdermos o “falso conceito de Alma”. Neste falso conceito material é que estão as falsidades referentes ao ser que somos, como o ilusório “nascimento” e as supostas “encarnações”. Deus VIVE, e nós vivemos exatamente onde Deus vive, porquanto Deus e Homem são um! Como não existe Deus material, tampouco existe Homem material.
 
 Albert Einstein, que era frequentador da atividades da Ciência Cristã, em Nova York, segundo fontes do próprio movimento, chegou a declarar que Mary Baker Eddy estava correta em suas teorias a respeito de um Universo essencialmente não-físico. Marie S. Watts, por sua vez, falou que os mais avançados astrofísicos de sua época se interessavam por conhecer suas revelações para poderem se direcionar em suas pesquisas. O Homem é a Mente de Deus, que é ÚNICA! Portanto, em vez de tanto rebuscarem intelectualmente  respostas de que necessitam , mais  deveriam “perder o falso conceito de Alma”, uma vez que, sem a “ilusão”, a “imortalidade já está à luz” . O Evangelho de João diz: “E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam” (1: 5). Trevas são “ausências”, enquanto, exatamente onde elas aparentam existir, “resplandece a luz”. A percepção iluminada é, desse modo, sutil e dispensa esforços ou lutas! Algo inexistente aparenta existir e encobrir algo existente; tão logo esta “ilusão” desapareça, o que sempre é, é discernido como sempre sendo, e o que não é, é discernido como jamais sendo! Este é o significado das palavras da Sr. Eddy: “quando você perder de vista o que não é, e que aparenta ser (o falso conceito de Alma), aquilo que é,  de imediato é sentido como “o desabrochar da Vida como imortalidade trazida à luz”. E como já foi aqui dito, anteriormente, este “quando” é meramente o “agora sem ilusão”. “E esta é a mensagem que dele ouvimos e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas” (I João, 1: 5). Tudo se resume em aceitar, reconhecer e contemplar somente a Deus como Realidade única e iluminada, que nos inclui a todos em e como “Sua” Luz.


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Escrito por Dárcio às 16h33
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A Plataforma da Metafísica Divina-26

 

 


A

PLATAFORMA DA METAFÍSICA

DIVINA

Dárcio

 

O Espírito, Deus, criou tudo em Si mesmo, e de Si mesmo. O Espírito jamais criou a matéria. Não há nada no Espírito de que a matéria possa ser feita, pois, como a Bíblia declara, sem o Logos, o Acon ou Verbo de Deus, “nada do que foi feito se fez”. O Espírito é a única substância, o Deus infinito, invisível e indivisível. As coisas espirituais e eternas são substanciais. As coisas materiais e temporais são insubstanciais.

Mary Baker Eddy


 - 26 -


Em Gênesis, 1: 3-4, encontramos: “E disse Deus: Haja luz. E houve Luz. E viu Deus que a luz era boa”. Desse modo, como “o Espírito, Deus, criou tudo em Si mesmo, e de Si mesmo”, tudo é Deus, tudo é Luz e tudo é Bem absoluto. E, como “tudo que Deus faz  durará eternamente”, temos aqui estabelecida a base do que é “conhecer a Verdade”: “Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar e nada se lhe deve tirar. E isto faz Deus para que haja temor diante dele” (Eclesiastes, 3: 14). Esta revelação exprime a permanência absoluta das obras de Deus, e, “como a Bíblia declara, sem o Logos, o Acon ou Verbo de Deus, “nada do que foi feito se fez”, e nós “fomos feitos”, decorre que “somos Obras permanentes de Deus”, perfeitas Luzes que jamais conheceram matéria ou mundo material. “Vós, deste mundo, não sois”..”, “vós sois a Luz do mundo”, enfim, jamais houve a suposta “queda do homem” e, o que a Verdade faz, é unicamente desmantelar as mentiras, assim como a luz desmantela a escuridão.

"O Espírito é a única substância, o Deus infinito, invisível e indivisível. As coisas espirituais e eternas são substanciais. As coisas materiais e temporais são insubstanciais". Em Isaías, 42: 16, lemos o seguinte: “Guiá-los-ei por caminhos que jamais conheceram; tornarei as trevas em luz; as coisas tortas direitas; nunca os desampararei”. À primeira vista, esta citação parece falar em mudanças, mas, a escuridão não muda com o avançar da luz! Nunca foi presença! A Consciência iluminada é a única Consciência ativa, e, quanto mais nos firmarmos nEla, que é Deus sendo nosso Ser, mais estaremos discernindo o que realmente é substancial. Tudo que, aos olhos da mente ilusória, aparenta existir, é nada: sem substância alguma, muito embora pareça existir. Na Seicho-No-Ie, por exemplo, perde-se a conta de quantas vezes é repetida esta Verdade: “O mundo fenomênico, por mais que pareça existir, não existe!” E é dentro desse conhecimento que entendemos que “o mal não existe”, “a doença não existe”, “a morte não existe”. São “miragens”  ou, segundo a Sra, Eddy, “as coisas materiais e temporais”, todas elas “insubstanciais”.

Falar que “o mal não existe”, para a”mente que não existe”, significa imprimir uma crença boa sobre uma crença má; porém, se compreendermos e acatarmos diretamente que a Mente única é Luz, e é a Mente que somos, as “aparências” não mais serão vinculadas à Verdade do nosso Ser! E é quando aparentemente ocorrem as chamadas “curas espirituais”, que, de fato , não são curas, mas a manifestação da Verdade aos olhos da ilusória crença coletiva. As imagens ilusórias são “formações hipnóticas” da mente ilusória, e jamais alcançam a Mente de Cristo que somos. Tanto as imagens com problemas como aquelas que os mostram curados, ou resolvidos, são sombras! Isto deve ficar bem claro, para que unicamente “as obras permanentes”, que são substanciais, fiquem no centro de nossa total atenção. Repetindo, todas as supostas “imagens” deste mundo, que tanto aparentam ser reais ou concretas, são o “nada”: como sonhos, são quadros integralmente insubstanciais. O Espírito é a única substância, o Deus infinito, invisível e indivisível.


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Escrito por Dárcio às 18h29
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A Plataforma da Metafísica Divina-25

 


A

PLATAFORMA DA METAFÍSICA

DIVINA

Dárcio

 

Como o Espírito é Deus, só há um Espírito, pois só pode haver um infinito e, portanto, só um Deus. Não há nem muitos espíritos nem muitos deuses. Não há mal no Espírito, porque Deus é Espírito. A teoria de que o Espírito é distinto da matéria, mas que precisa passar por ela, ou nela entrar para ser individualizado reduziria Deus a ficar dependente da matéria e estabeleceria uma base para o panteísmo.

Mary Baker Eddy


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Toda a revelação absoluta está essencialmente contida nestes dizeres da Sra. Eddy. Só há um Espírito, por unicamente ser possível haver um infinito, e, como este Espírito único é Deus, somente há um Deus. Este Deus único Se expressa, portanto, em Sua própria natureza infinita, uma vez que não existe “outro lugar” em que esta expressão pudesse estar.

Quando Paulo disse que “em Deus vivemos, nos movemos e temos o nosso ser” (Atos, 17: 28), explicou, além desta Verdade, a impossibilidade de “estarmos fora de Deus”. Exatamente agora, estamos todos “imersos” em Deus e, não apenas isto, mas, “formamos” o “infinito único”, pois, se assim não fosse, o infinito não seria infinito. “Não há mal no Espírito, porque Deus é Espírito”, isto é, se o “mal” fosse realidade, teria de ser Deus!

“Como posso aceitar que Deus seja TUDO, se vejo o “mal” por toda parte?”  Perguntas como esta sempre surgem, diante da revelação da “totalidade de Deus”. Porém, o que deve ser perguntado é outra coisa: “A mente que vê o mal em toda parte é a Mente de Deus?” A resposta lhe virá diretamente e sem rodeios, se você meditar e deixar que ela flua! Temos visto, aqui, que a Mente única é Deus! A Bíblia revela que Deus não vê o mal: “Tu és puro de olhos, que não podes ver o mal, e a vexação não podes contemplar, por que, pois, olhas para os que procedem aleivosamente e te calas, quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele?“ (Habacuque, 1: 13). De novo, há aqui o dualismo, que entende que Deus não vê o mal, entretanto o aceita, para reclamar providências divinas quanto ao ilusório mal que julga estar presente! Como poderia Deus dar fim ao que inexiste? O propósito único deste estudo é este: expor a totalidade de Deus, a unicidade e a natureza infinita e onipresente da Mente divina, a ponto de levar cada um à inequívoca conclusão de que esta "Mente única" é a Mente de todos nós, que “ilusão” é ilusão, que na “perfeição” existimos e, ao lado dela, nada mais tem realidade.

Marie S. Watts disse o seguinte: “É impossível haver consciência de algo que seja inexistente ou ausente; e, sem haver consciência de problema, nenhum deles pode estar existindo. Desse modo, para a Consciência que você é, absoluta, constante e eterna, a imperfeição sequer pode parecer ter realidade. Você não pode estar consciente de modo a ter consciência de uma inexistência, ou de perceber a manifestação de uma inexistência. Portanto, a você, é impossível estar consciente de qualquer aparência de imperfeição ou de anormalidade”.

Quando Paulo revelou que os sentidos humanos nada veem das obras de Deus, e que elas são discernidas apenas espiritualmente, estava negando a existência das aparências, boas ou más. Além disso, deixava claro que “temos a Mente de Cristo”, e, a admissão radical e absoluta desta Verdade nos desvincula da ilusória “outra mente”, chamada  “mente humana”, deixando-nos em unidade com a Mente única e divina. Esta “Unidade” é a Verdade única em expressão ou atividade.

Quem conhece as obras de Joel S. Goldsmith sabe que, diante de quaisquer alegações de problemas ou imperfeições, ensinam que devemos imediatamente nos esquivar de todas elas, entender que são “mente carnal agindo”, e não a Mente de Deus, e que, portanto, são “o nada” e não algo a ser removido, curado, mudado ou melhorado. “Passe diretamente à palavra Deus”, diz “O Caminho Infinito”. E então, em dedicadas meditações contemplativas, fazemos o reconhecimento pleno dos princípios da Verdade, até que o Silêncio interior nos comprove a natureza ilusória do poder do mal e a supremacia ou unicidade do Poder de Deus.

“A teoria de que o Espírito é distinto da matéria, mas que precisa passar por ela, ou nela entrar para ser individualizado reduziria Deus a ficar dependente da matéria e estabeleceria uma base para o panteísmo”. Partir da totalidade de Deus e da inexistência da matéria nos leva a partir sempre da perfeição presente, e jamais da suposta imperfeição que a falsidade chamada “mente humana”  tenta nos sugerir. O que a Sra Eddy explica, é que somos “seres individualizados” na qualidade de Verbo divino, e não “seres encarnados”. Já vimos que “as obras de Deus são permanentes”, e que, sendo todas espirituais e atemporais, “nada pode ser acrescido ou tirado delas”, como diz a Bíblia. A  permanência nestes princípios absolutos faz com que se cumpram, em cada um de nós, as palavras de Jesus: “Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; e conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará” (João, 8: 31-32).


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Escrito por Dárcio às 13h05
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Citações de Mary Baker Eddy

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 CITAÇÕES

DE MARY BAKER EDDY


 

*A nossa salvação vem através do Amor. Chame sempre Deus de Amor e fazei todo esforço para alcançar o amor perfeito em pensamento, palavra e ação. Este é o caminho. Toda vitória vem através dele. A Verdade nunca cede, então o erro tem que ceder.

*O magnetismo animal não pode achar um canal para se expressar, a não ser numa consciência desprotegida.

*O erro não pode te achar porque ele precisa de um mortal ou uma mente mortal, e tu não és nenhum deles.

*Eu vi o amor de Deus cercando o universo e o homem, preenchendo todo o espaço, e aquele Amor divino penetrou tanto na minha consciência que eu amei tudo que eu vi com a compaixão do Cristo.

*O Amor flui por toda avenida, enche todo canal e remove toda obstrução.

*A oração é a prática da presença de Deus.

*A humildade é a porta, a honestidade é o caminho, e a espiritualidade é o ápice.

*A atividade mental deve ser tranquila, não preguiçosa; ela deve expressar força, ser exata, e deve saber a realidade da unidade do homem com Deus e a irrealidade absoluta do mal em todas suas formas de crenças.

*A má-prática não pode formar um falso conceito de mim nas mentes dos outros.

*O bem é Tudo. O mal não é mente, não tem inteligência, é impotente e cai por seu próprio peso.

*A definição dos sentidos espirituais: Visão--discernimento espiritual. Audição--compreensão espiritual.Tato - consciência divina. Cheiro - intuição do caráter. Gosto—prazer da Verdade.

*Superar a velhice não significa retomar à mocidade: é o pensamento entrando em novos caminhos que a história nunca registrou.

*O ato mental de ação de graças nos leva mui além do reino da dúvida, até aquela atmosfera da Verdade e fé onde todas as coisas são possíveis. Não volte a perguntar, mas continue dando graças por tudo que já recebestes.

*Deus está dando a cada um de nós a experiência melhor adaptada para conduzir-nos a Ele.
Oh, que a luz que nunca se escurece te rodeie de tal maneira, que nela não haverá noite. Deixe que os anjos te segurem no seu poder e canções da Ciência sejam ouvidas nas intuições do pensamento até que tua vida esteja afinada com o ritmo de Deus!

*Quando eu vejo um estudante grato, eu sei que ele está seguro.

 *Todo tratamento que nós damos continuará para sempre. 

*Tudo que eu tenho conseguido, eu fiz tirando a Mary do caminho e deixando Deus ser refletido. Quando eu alcançava este tom, o doente ficava curado sem uma única palavra.


*


Escrito por Dárcio às 17h16
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